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quarta-feira, 7 de dezembro de 2005

Naninha

Menina, era só você o que faltava
para abrir meus olhos por inteiro e, ainda,
ajeitar minha visão do que estava ao redor.

Até antes de conhecer-te,
achava que eu vivia bem,
mas depois que entrou em minha vida
não entendo como viver longe de você.

Você me completa.
Nossos pensamentos são próximos.
Nunca tive uma conversa tão interessante
como tenho com você.

Sua personalidade é aconchegante
ao mesmo tempo um tanto rude.
o que, ao menos para mim,
a deixa ainda mais interessante.

Tal foi sua influência que
hoje chamamo-nos irmãos.
Essa condição me conforta,
traz-me uma sensação recíproca.

Reciprocidade. A palavra perfeita
para dar-me a certeza
de que é para mim
o que sou para ti.

Menos de um ano se passou,
o que me traz pena.
Pena de ter passado tão pouco tempo
perto de ti.

Talvez não saiba,
mas cotidianamente conseguiu
conturbar alguns valores meus ditos como certos
melhorando-me mais ainda.

Foi, é, está sendo e eu espero que seja para sempre.
Uma vez que sua companhia se mostra imprescindível,
coloco-me, audaciosamente, como exigente de uma promessa:
que não saia da minha vida enquanto vivermos.

Uma vez que você é imprescindível para
manter minha mente lúcida e minha existência a salvo,
meu inconsciente insistiu e eu não resisti em
escrever-lhe esta pequena retrospectiva, milhares de vezes já refletida.

Refletida em meu caráter
e meus novos hábitos, o que
me garante a certeza irrefutável de que
eu amo você

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