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segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Vôos extraordinários

Descendo executo
um vôo rasante ao solo.
uma estagnação exata, obrigada.

Com a ajuda do ar, paro
e pouso.
Ao alto, vejo outros como eu.

Que como eu voam,
assim como eu voava.
Mas, agora caminho.

Do mesmo ar que me alimenta,
o usava para me sustentar.
A união certa falhou!

Confesso que me recordo
da visão periférica que tinha
ao olhar lá do alto.

Mas estou feliz
por trocar de condições.
Hoje sou mais livre!

Vivo à beira de passadas incertas
em busca de
uma história misteriosa.

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