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segunda-feira, 22 de maio de 2006

Esperança

Jogo ingênuo de cores
que exala uma essência familiar,
aconchegante.

Forçam que me recorde
de uma infância tranqüila
da qual fui feliz em aproveitar.

Tempo bom,
gostoso em seus momentos,
despreocupante em suas brincadeiras,
assustador em pesadelos sem sentido.

Afinal, foi-se o tempo
onde o que dava medo
era inventado
e divertido.

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