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terça-feira, 14 de julho de 2009

As novas auroras são acompanhadas por pingos de esperança, mas logo nas primeiras horas do dia essas gotas evaporam e cheiram a enxofre. As próximas horas torturam, à medida que passam os minutos se arrastam mais e a noção de tempo se esvai. Os períodos (de tempo dos dias) são sádicos, com a noite tomando para si a responsabilidade do frio e da falta de espaço. O frio é penetrante, não sei como, mas ele chega faminto e toma conta de tudo com muita facilidade e como se ainda não bastasse o faz como que para lembrar que tanto fogo quanto calor serão raros nos próximos dias. Conforme os ossos vibram como último recurso, a pele já quase sem sensibilidade transmite medo. Medo de estar sozinha, medo do que seguirá, medo da falta de calor, medo da falta de aconchego.


Aaaah como o abraço dela é aconchegante!

3 comentários:

  1. eu provoco isso nas pessoas !


    **Não resisti

    ^^

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  2. realmente,
    tem abraços que são únicos.
    XD

    bjo, bjo, bjo

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